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15 de abr de 2011

AZIA - etapa final - 6ª rodada

Azia


Sempre buscava o impossível
Mas, o que era ele?
Ou, o que será
Que ele era?

O sentimento não parava
Era simples e mente
Incrível

A sede envolvia seus filhos
E esses, queriam mais
Mas o que eles comiam?
Vegetais? Animais?

Tanto fez, tanto faz
A fome não era essa
O alimento era outro
E a azia durava muito pouco

Sem remédio, sem horário
Todos o tinham no íntimo
Mas o ser era tão único
Que a beleza devia ser vista ao contrário

Não se podia olhar por fora
É para dentro que eu percebia
Que não existia mais placebo
E o futuro? Foi tão injusto

No seu estômago ele se afogava
Borbulhando de desejo
Soluçando sem seu susto

Ic.



O Dentista

2 comentários:

  1. Comentário 3: Título Azia, autor: O Dentista.

    Li diversas vezes o texto proposto mas não consegui abstrair a mensagem evocada, sequer o tema sugerido. Apenas o título sugere que o tema visava abordar o mal-estar estomacal daqueles que padecem de azia. A meu ver o texto peca pela escassez de palavras e argumentos com os quais a narrativa é tecida, fato que a torna frágil. Como narrativa poética, ele não convence. Como poema livre, também não. Considerando que o texto não contempla, na minha opinião, a proposta de uma narrativa poética, opto por dar-lhe a nota 3, levando em consideração o mérito do autor ter chegado à reta final da oficina. Nota 3.

    Luciana Del Nero.

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  2. Caro poeta, assim como a ESPERA, notei houve um equívoco na proposta.

    Mas, gostei da sua "AZIA"

    Gosto do tom bem humorado dos seus textos.

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