Queremos o fim da página em branco. No projeto Inspiraturas, exploramos estímulos muito diversificados que têm no grupo a base fundamental. Daí, podemos treinar e desenvolver uma escrita mais sensível, espontânea e livre. Uma forma lúdica de derramar as palavras ainda não escritas.

22 de mai de 2011

Sobre a sobrevivência das obras, por Juleni Andrade

Se perguntarmos o motivo de certas obras terem sobrevivido e outras não, que resposta teríamos? Na filosofia da antiguidade só tinham permissão para “pensar” os cidadão e esses eram poucos. Na idade média eram os apadrinhados pela Igreja. Os renascentistas, pela ascendente burguesia... no século XX e hoje, os que entram na mídia concorridíssima e vendem bem.

Daqui há muitos séculos, o que irão dizer da arte atual? O que ficar registrado. O que ficará registrado? Visto assim, as opiniões dos respeitáveis críticos têm importância primordial à sobrevida da obra.

O público de arte, qualquer arte, é sugestionado pela membrana publicitária. Porém, às vezes, acontece a sensibilização oferecida por alguma obra fora do processo usual. Vejamos o verbo sensibilizar não como comoção, sim como diálogo obra/expectador.

JULENI ANDRADE

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