Queremos o fim da página em branco. No projeto Inspiraturas, exploramos estímulos muito diversificados que têm no grupo a base fundamental. Daí, podemos treinar e desenvolver uma escrita mais sensível, espontânea e livre. Uma forma lúdica de derramar as palavras ainda não escritas.

Oficina de escrita literária Inspiraturas, em Pelotas

Oficina de escrita literária Inspiraturas - o fim da página em branco - A ti, que ainda acreditas na escrita, em especial a Poesia, como ...

8 de jun de 2011

1ª rodada - A Melhor Idade

A Melhor Idade



A natureza nos contempla

Seu presente é a vida

É preciso viver

Para  encontrar

O passado nos prepara

O presente nos confronta

Na prova do momento

O futuro é um enigma

Na crença do amanhã

A jornada é ilusionista

Percorremos trilhas,  caminhos

O destino, conhecimento

Se conhecer sem hipocrisia

Viver o cotidiano intensamente

No raiar de cada dia

Pois  finalmente compreendemos

A finitude do instante



 Campos & Espaço

3 comentários:

  1. Campos & Espaço escreveu um poema enxuto, com frases compondo versos muito simples. Esse recurso é sempre um risco, fato que, por si só, merece ser valorizado. Nesse caso, todavia, a leitura fica prejudicada pela falta de pontuação. Nenhuma vírgula, ponto, reticências ou seja lá qual sinal gráfico é utilizado, produzindo, no leitor, o desconforto de ter que “supor” o sentido que se perdeu pela falta de coerência entre uma frase e outra (por vezes as frases parecem soltas, desconectadas umas das outras, em passagens que seria cruciais). Nota: 3.
    Luciana Del Nero.

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  2. Comentário: Gostei do poema, que atende ao solicitado de maneira simples e direta em versos livres. No entanto, o próprio encadeamento das idéias ganharia força com um pouco mais de aprofundamento. O uso de espaços amplos e a falta de alguma pontuação também favorecem a uma leitura fragmentada, mas não tiram a clareza do conteúdo, nem a forma positiva que o autor dá a esta fase da vida.
    Minha nota é 4,0

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  3. Campos, é bem trabalhada a ideia da melhor idade, destaco estes trechos:
    “Na crença do amanhã
    A jornada é ilusionista”

    ...
    “Viver o cotidiano intensamente
    No raiar de cada dia
    Pois finalmente compreendemos
    A finitude do instante”

    Um belo fechamento. Não gostei do título, ficou próximo demais do tema. Há a repetição do verbo ‘viver’, na minha opinião, sem necessidade.
    Nota: 4,0.

    Dhenova

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