Queremos o fim da página em branco. No projeto Inspiraturas, exploramos estímulos muito diversificados que têm no grupo a base fundamental. Daí, podemos treinar e desenvolver uma escrita mais sensível, espontânea e livre. Uma forma lúdica de derramar as palavras ainda não escritas.

8 de nov de 2011

3ªOficina - 5ªrodada - Meu norte


Meu norte

Foi dito e repetido

“Quem mata um é assassino, se mata muitos é herói”
Será que é legalização para matar?

Podem ser só palavras de pessimismo e crítica...
Ou o abismo de quem se identificou com as palavras.

A meu ver ninguém precisa ser mártir
Penso que também não é necessária a morte.

Viver bem, fazer o bem
Esse é meu norte.

Gentileza

4 comentários:

  1. “Meu norte” é a verdadeira ojeriza sobre guerras e morte.
    Os versos soltos expressam bem este gosto pelo ser livre. Não vi diálogo com o poema Lembranças, do poeta Mailton Rangel. Apenas um desabafo em prol da paz.
    Valeu pela mensagem.

    Nota 2,5

    Rogério Germani

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  2. Há um problema de regência na segunda estrofe verso ao apresentar a antítese: Quem/se (poderia ter sido se/se ou quem/quem). No segundo verso, a palavra legalidade me parece mais apropriada.

    Na quarta estrofe o autor caracteriza desnecessariamente a opinião ao dizer "a meu ver", "penso que". Isso não colaborou para um posicionamento melhor.

    Nota 3,0

    Wasil Sacharuk

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  3. Meu norte - Gentileza

    Faltou lirismo em 'meu norte', há alguns problemas estruturais, mas ganhou na mensagem.


    nota: 3,5


    Dirce dos Santos

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  4. Vejo que temos um ponto de vista, dito e cantado por linhas em tons aleatórios, desforme a arte.

    Nota: 3,0

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Oficina de escrita literária Inspiraturas, em Pelotas

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