Queremos o fim da página em branco. No projeto Inspiraturas, exploramos estímulos muito diversificados que têm no grupo a base fundamental. Daí, podemos treinar e desenvolver uma escrita mais sensível, espontânea e livre. Uma forma lúdica de derramar as palavras ainda não escritas.

31 de jan de 2014

Não há palavra que rasgue o silêncio da aurora.
Não há silêncio que impeça o bom dia do galo.
Não há segredos que passarinhos não ouçam.
Nem mistérios que as folhas não farfalhem entoando versos.
Ou um novo dia que encerre a madrugada triste.


Bia Cunha

29 de jan de 2014

Livros & Afins: Livros para baixar–Domínio Público

 

  1. A Divina Comédia - Dante Alighieri
  2. Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
  3. Mensagem - Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro - Machado de Assis
  5. Poesias Inéditas - Fernando Pessoa
  6. A Cartomante - Machado de Assis
  7. Cancioneiro - Fernando Pessoa
  8. Do Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
  9. A Carteira - Machado de Assis
  10. O Pastor Amoroso – Fernando Pessoa
  11. A Igreja do Diabo – Machado de Assis
  12. Os Lusíadas – Luís de Camões
  13. A Carta – Pero Vaz de Caminha
  14. O Guardador de Rebanhos – Fernando Pessoa
  15. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  16. A Metamorfose - Franz Kafka
  17. Este mundo da injustiça globalizada - José Saramago
  18. Americanas - Machado de Assis
  19. A Cidade e as Serras - José Maria Eça de Queirós
  20. A Mão e a Luva - Machado de Assis
  21. A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
  22. O Alienista - Machado de Assis
  23. A Esfinge sem Segredo - Oscar Wilde
  24. Poemas Inconjuntos - Fernando Pessoa
  25. Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
  26. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  27. O Banqueiro Anarquista - Fernando Pessoa
  28. Arte Poética - Aristóteles
  29. A Causa Secreta - Machado de Assis
  30. A Moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
  31. Iracema - José de Alencar
  32. Édipo-Rei - Sófocles
  33. Os Sertões - Euclides da Cunha
  34. O Cortiço - Aluísio Azevedo
  35. Senhora - José de Alencar
  36. A Ela - Machado de Assis
  37. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público - Fundação Biblioteca Nacional
  38. Poemas em Inglês - Fernando Pessoa
  39. Poemas Selecionados - Florbela Espanca
  40. Os Maias - José Maria Eça de Queirós
  41. Dom Casmurro - Machado de Assis
  42. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  43. Fausto - Johann Wolfgang von Goethe
  44. A Alma Encantadora das Ruas - João do Rio
  45. A Igreja do Diabo - Machado de Assis
  46. Utopia - Thomas Morus
  47. Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
  48. Adão e Eva - Machado de Assis
  49. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  50. Canção do Exílio - Antônio Gonçalves Dias
  51. O Guarani - José de Alencar
  52. A Escrava Isaura - Bernardo Guimarães
  53. Pai Contra Mãe - Machado de Assis
  54. Iracema - José de Alencar
  55. A Dama das Camélias - Alexandre Dumas
  56. Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
  57. Don Quixote. Vol. 1 - Miguel de Cervantes Saavedra
  58. Eu - Augusto dos Anjos
  59. O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
  60. Sonetos - Luís Vaz de Camões
  61. A Pianista - Machado de Assis
  62. O Espelho - Machado de Assis
  63. Eu e Outras Poesias - Augusto dos Anjos
  64. Alma inquieta - Olavo Bilac
  65. Quincas Borba - Machado de Assis
  66. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  67. O Crime do Padre Amaro - José Maria Eça de Queirós
  68. Primeiro Fausto - Fernando Pessoa
  69. A Chinela Turca - Machado de Assis
  70. Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
  71. Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida
  72. Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
  73. Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
  74. O que é o Casamento? - José de Alencar
  75. A Mulher de Preto - Machado de Assis
  76. A Vida Eterna - Machado de Assis
  77. Esaú e Jacó - Machado de Assis
  78. Os Maias - José Maria Eça de Queirós
  79. O Navio Negreiro - Antônio Frederico de Castro Alves
  80. Contos Fluminenses - Machado de Assis
  81. A Segunda Vida - Machado de Assis
  82. Cartas D’Amor - José Maria Eça de Queirós
  83. A Mensageira das Violetas - Florbela Espanca
  84. A Herança - Machado de Assis
  85. Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
  86. Os Sertões - Euclides da Cunha
  87. Helena - Machado de Assis
  88. As Vítimas-Algozes - Joaquim Manuel de Macedo
  89. O Cortiço - Aluísio Azevedo
  90. As Primaveras - Casimiro de Abreu
  91. O Livro da Lei - Aleister Crowley
  92. A chave - Machado de Assis
  93. Adão e Eva - Machado de Assis

A cerimônia do adeus na literatura

A cerimônia do adeus na literatura

DIÁRIO DA MANHÃ

HÉLIO MOREIRA

Cada escritor, na sua luta para encontrar a sintonia das palavras com o ambiente que está descrevendo nas suas resenhas literárias (romance, crônica ou conto), muitas vezes veste a roupa do personagem e finge que Se a cena descreve a despedida de dois apaixonados, a dificuldade pode ser maior pela necessidade de se fugir da pieguice ingênua ou do diálogo que não transmite a emoção necessária e desejada pelo autor; ambas as situações poderão comprometer todo o trabalho literário.

Transcrevo, a seguir, trecho de um livro (Diário de Moscou – Walter Benjamim - Cia. das Letras, 1989), onde esta temática esteve presente, pois o autor narra um destes momentos, com maestria e, sobretudo, enorme carga emocional.

Para que os leitores possam sentir todo o arrebatamento da cena, permito-me tecer, em rápidas palavras, algumas considerações sobre o citado livro.

Walter Benjamim, filósofo, escritor e ensaísta alemão empreendeu em 1926, uma viagem à Moscou, com três finalidades: reencontrar um grande amor, uma jovem letã de Riga de nome Asja Lacis, atriz de teatro e revolucionária comunista, que ele conhecera em Capri em 1924; em segundo lugar estudar a situação política, social e literária da Rússia pós 1917, já sob a tutela de Stalin e, finalmente, cumprir compromissos literários com uma revista alemã que custeou sua viagem (escrever sobre a vida na Rússia).

O segundo objetivo deixou marcas profundas na sua sensibilidade, pois ele teve amargas decepções com a realidade local, principalmente se levarmos em consideração as expectativas otimistas que o animaram a fazer a viagem. 

Paulatinamente, a leitura do livro vai mostrando, página após página, que Benjamim perdia todas as ilusões que havia nutrido por vários anos de militância no movimento esquerdista; a decepção da experiência levou-o, mais tarde, a desistir da sua possível filiação ao Partido Comunista Alemão, projeto que analisava há mais de dois anos.

O terceiro objetivo, felizmente para a literatura, foi cumprido; nada menos que quatro publicações e um extraordinário ensaio, que ele denominou “Moscou”, foram publicados a partir de 1927.

Não resta dúvida que a figura de Asja Lacis domina as páginas do livro, embora fosse a razão principal daquela sua viagem, o relacionamento entre os dois foi muito difícil e problemático; ao lado da atração erótica, ela exercia sobre ele uma enorme influência intelectual.

Para agravar a situação, Asja encontrava-se doente e hospitalizada em um sanatório; o tempo que conseguem ficar juntos, o fazem, em grande parte, no quarto dela no hospital.

Está relatado, com cruel exatidão, o tempo que ele espera, em vão, por Asja; sua repulsa, até com certa dose de cinismo erótico, aos acontecimentos que ele não conseguia dominar.

Depois de “suportar” por pouco mais de 30 dias esta pressão, ele resolveu partir; a cena da despedida, que transcrevo abaixo, é uma das mais belas da literatura; embora fosse real, qualquer romancista a copiaria em uma grande obra de ficção; sugiro ao leitor que imagine a cena ocorrendo em uma rua deserta de Moscou coberta de neve, vento gelado congelando a voz da despedida e o aceno que ia desaparecendo à medida que empalidecia a claridade do crepúsculo e o trenó se distanciava.  

“Finalmente, como só restavam poucos minutos, minha voz começou a falhar e Asja notou que eu estava chorando. Então ela disse: “Não chore, senão vou acabar chorando também e uma vez quando começo, não consigo parar tão facilmente, como você”. Abraçamo-nos com força e saí do quarto com minha mala. Asja seguiu-me; pedi-lhe em seguida que chamasse um trenó. Mas quando eu estava para subir, tendo já me despedido dela mais uma vez, convidei-a para ir comigo até a esquina da Tverskaia. Lá ela desceu e, quando o trenó já estava começando a andar novamente, puxei de novo sua mão para os meus lábios, no meio da rua. Ficou lá, durante muito tempo, acenando. Acenei de volta, do trenó. Primeiro, pareceu-me que ela olhava para trás enquanto andava, depois não a vi mais. Com a enorme mala no colo, chorando pelas ruas já sob a luz do crepúsculo, continuei até a estação ferroviária”. 

(Hélio Moreira, membro da Academia Goiana de Letras, Academia Goiana de Medicina, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás)

Cultive Ler: Wasil Sacharuk escreve

Cultive Ler: Wasil Sacharuk escreve:   Pérola rosa Nasceu no canteiro  a exótica flor como lua no olhar  sorridente de sol como amor de poesia  a astúcia de prosa ...




wasil sacharuk - Sepultada na cova das sinas (+playlist)

Dhenova e Wasil Sacharuk - O Enigma da Serpente (+playlist)

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Dhenova: As Cortinas: As Cortinas O tecido transparente move-se com a pouca brisa vinda da janela de madeira, o movimento faz o atrito entre a parede e a me...

Wasil Sacharuk: Verdades e mentiras, um acróstico

Wasil Sacharuk: Verdades e mentiras, um acróstico: Verdades e Mentiras Verdade seria mentira? Ensinada? Adquirida? Revelada? Proferida? Dominando o fermento da ira Acobertando a reali...

Dhenova: Retorno do verbo amar

Dhenova: Retorno do verbo amar: Retorno do verbo amar Gira o tempo que faz transformação Guerra velada em sonhos de paz Sela a vida com olhos fechados Aprendo com a m...

Dhenova: Pegada

Dhenova: Pegada: Pegada Vibra em mim a batida mais forte desejo que arde, coragem e vontade de ver minha sorte em tuas pegadas sob o efeit...

Wasil Sacharuk: Quebradas as certezas

Wasil Sacharuk: Quebradas as certezas: Quebradas as certezas Restarão os absurdos quando se partirem minhas santas certezas Abraçarei-me sozinho embriagado de vinho...

INSPIRATURAS - OFICINAS DE ESCRITA LITERÁRIA

INSPIRATURAS - OFICINAS DE ESCRITA LITERÁRIA

Apresentação:

Queremos o fim da página em branco. No projeto Inspiraturas, exploramos estímulos muito diversificados que têm no grupo a base fundamental. Daí, podemos treinar e desenvolver uma escrita mais sensível, espontânea e livre. Uma forma lúdica de derramar as palavras ainda não escritas. 

O projeto INSPIRATURAS - OFICINAS DE CRIAÇÃO LITERÁRIA oferece a oportunidade, ao público em geral, de desenvolver a prática da produção de textos literários e de conhecer os aspectos técnicos que compõem o estilo, o tipo e garantem a eficácia do texto. As oficinas Inspiraturas são fundamentadas na premissa de que escrever se aprende no exercício da leitura e da escrita. 

A QUEM INSPIRATURAS SE DESTINA:

- A quem quer começar a escrever e ainda não sabe como fazê-lo;

- A quem quer voltar a escrever;

- A quem procura novos temas, novos textos e novas ideias;

- A quem sente que o gosto pela escrita foi dilacerado pela imposição da escrita profissional;

- A quem quer “brincar com palavras” e usufruir o prazer da descoberta;

- A quem quer ler os textos contemporâneos a partir de uma nova perspectiva;

- A quem procura uma experiência criativa e de desenvolvimento pessoal através da escrita;

- A quem ama a literatura em língua portuguesa.

logo2017Objetivos:

- Geral:

Desenvolver a prática da produção dos textos e a pesquisa de temas relacionados à linguagem literária.

- Específicos:

Propor e incentivar a produção de textos literários, prosaicos e poéticos, por meio da exploração da teoria literária, da análise de textos e da prática da escrita criativa.

Metodologia:

Apresentaremos textos que, submetidos à leitura acurada e análise, servirão de substrato para a prática da produção que se seguirá. Logo, serão oferecidas práticas oficinais de escrita através de exercícios e desafios criativos e inspiradores;

Utilizaremos excelentes exemplos da literatura nacional contemporânea, escritos por novos autores, em lugar dos tradicionais textos da literatura canônica, com o intuito de ambientar as criações no atual e diferenciado momento da literatura nacional e, assim, promover o entendimento do fenômeno artístico literário contemporâneo;

Cada aluno será estimulado a desenvolver seu estilo pessoal de autoria e terá acompanhamento individualizado de forma presencial ou pela internet, com o intuito da obtenção de respostas, percepções e insumos para a sua produção literária e o reconhecimento das nuanças autorais e únicas da sua produção;

Os alunos terão a oportunidade de ter seus textos lidos, apreciados e criticados por outros escritores aspirantes.

Após a finalização das produções, os alunos serão convidados a publicarem a coletânea dos textos em e-book para distribuição gratuita na internet, bem como no sítio www.inspiraturas.com.

Conheça os facilitadores das oficinas INSPIRATURAS.

Inspiraturas - Escrita Criativa:

e-mail: oficinainspiraturas@gmail.com

sítio: www.inspiraturas.com

CNPJ 19.465.654/0001-28

telefones: (53) 991212552 - (53) 33051989

18 de jan de 2014

O SONHADOR

O sonhador voeja
onde quer que esteja
e de seu sonho alvissareiro
é o maior mensageiro
de tudo que ele deseja

O sonhador voeja
e onde quer que veja
o olhar é verdadeiro
ébrio de encanto inteiro
em tudo que ele enseja

a  deperecida  alma se restaura
onde irradia , imanta e ferve .
partilhando sonho em sua aura

O primor da vida o olhar namora
acende a paixão e  então transmuda
tudo quanto o faz excelso agora.

                               Gilberto Felinto



15 de jan de 2014

Assim será

ASSIM SERÁ

( para Wasil Sacharuk)

Ei de acordar um belo dia
-um daqueles dias distraídos-
em que o ar afinando os ouvidos
entende a metáfora da poesia
e traga numa dobra da esperança
certezas que jamais eu ousaria
tangendo em estranha melodia
o arco e a circunspecta lança
Um dia como nunca imaginado
trazendo novos tons às velhas cenas
aconchegado entre aspas bem pequenas
o poema há tanto tempo começado...

Marisa Schmidt

2 de jan de 2014

Coesão

COESÃO

Há, na língua, muitos recursos que garantem o mecanismo de coesão:

* por referência: Os pronomes, advérbios e os artigos são os elementos de coesão que proporcionam a unidade do texto.

O Presidente foi a Portugal em visita. Em Portugal, o presidente recebeu várias homenagens.

Esse texto repetitivo torna-se desagradável e sem coesão. Observe a atuação do advérbio e do pronome no processo de elaboração do texto.

O Presidente foi a Portugal. Lá, ele foi homenageado.

O texto ganhou agilidade e estilo. Os termos “Lá” e “ele” referem-se a Portugal e Presidente, foram usados a fim de tornar o texto coeso.

* por elipse: Quando se omite um termo a fim de evitar sua repetição.

O Presidente foi a Portugal. Lá, foi homenageado.

Neste caso omitiu-se a palavra “Presidente”, pois é subentendida no contexto.

* lexical: Quando são usadas palavras ou expressões sinônimas de algum termo subseqüente:

O Presidente foi a Portugal. Na Terra de Camões, foi homenageado por intelectuais e escritores.

Observe que “Portugal” foi substituída por “Terra de Camões” para evitar repetição e dar um efeito mais significativo ao texto, pois há uma ligação semântica entre “Terra de Camões” e intelectuais e escritores.

* por substituição: É usada para abreviar sentenças inteiras, substituindo-as por uma expressão com significado equivalente.

O presidente viajou para Portugal nesta semana e o ministro dos Esportes o fez também.

A expressão “o fez também” retoma a sentença “viajou para Portugal”.

* por oposição: Empregam-se alguns termos com valor de oposição (mas, contudo, todavia, porém, entretanto, contudo) para tornar o texto compreensível.

Estávamos todos aqui no momento do crime, porém não vimos o assassino.

* por concessão ou contradição: São eles: embora, ainda que, se bem que, apesar de, conquanto, mesmo que.

Embora estivéssemos aqui no momento do crime, não vimos o assassino.

* por causa: São eles: porque, pois, como, já que, visto que, uma vez que.

Estávamos todos aqui no momento do crime e não vimos o assassino, uma vez que nossa visão fora encoberta por uma névoa muito forte.

* por condição: São eles: caso, se, a menos que, contanto que.

Caso estivéssemos aqui no momento do crime, provavelmente teríamos visto o assassino.

* por finalidade: São eles: para que, para, a fim de, com o objetivo de, com a finalidade de, com intenção de.

Estamos aqui a fim de assistir ao concerto da orquestra municipal.

Conectivos

¨ Coordenativos (ligam orações coordenadas), representados pelas Conjunções Coordenativas:

-       aditivas: e, nem, mas, também, não só,...
Ex: O ouro sangrava dos barrancos e o ferro relampeava nas jazidas.
-       adversativas: mas, porém, todavia, contudo,...
Ex: As Cortes de Lisboa prosperavam, mas a Colônia desgostosa se agitava.
-       alternativas: ou, ou...ou, ora...ora, já...já,...
Ex: Os índios se entregavam, ou eram massacrados.
-       conclusivas: logo, portanto, por conseguinte, pois (posposto ao verbo),...
Ex: O solo brasileiro é muito rico, logo muitos povos o cobiçam.
-       explicativas: pois (anteposto ao verbo), que, porque, porquanto,...
Ex: Vigiemos nossas fronteiras, pois o invasor sempre é cobiçoso.

¨ Subordinativos (subordinam orações dependentes às principais), representados pelas Conjunções Subordinativas:

-       causais: porque, como, visto que, uma vez que,...
Ex: Não pudemos entrar, porque a porta estava fechada.
-       comparativas: como, mais... (do) que, menos... (do) que,...
Ex: Os jovens são mais ousados que os adultos.
-       concessivas: embora, ainda que, conquanto, já que,...
Ex: Passaremos aos exercícios já que vocês entenderam tudo.
-       condicionais: se, caso, desde que, contanto que,...
Ex: Se você estivesse aqui, tudo teria sido diferente.
-       conformativas: conforme, consoante, segundo,...
Ex: As provas foram realizadas conforme prescrevem os regulamentos.
-       consecutivas: que, de sorte que, de forma que,...
Ex: A neblina era tal que nada víamos.
-       finais: a fim de que, para que, porque, que...
Ex: Você deverá estar lá para que tudo saia como esperamos.
-       proporcionais: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais,...
Ex: Os temores diminuíam à proporção que aumentava a certeza da vitória.
-       temporais: enquanto, antes que, depois que, desde que, logo que,...
Ex: Enquanto eu estiver na festa, ficarei ao seu lado.

¨ Pronomes Relativos (iniciam as orações adjetivas) e podem ser:
Variáveis: o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quantos, quanta, quantas.
Ex: É de ouro o anel o qual comprei.
Invariáveis: onde, que, quem.
Ex: Vieram notícias de um caso que parecia um milagre novo.


Oficina de Escrita Literária Online – Poesia

Oficina de Escrita Literária Online – Poesia INSPIRATURAS - Escrita Criativa - oferece aos interessados na produção de poemas uma oficina q...

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